Vamos cantar a velha musiquinha

Como é bom ter amigos... amigos de verdade, daqueles com quem se troca confidências, aponta erros e discute com a certeza de que a compreensão prevalecerá.
Graças a Deus tenho amigos assim. Que me ouvem, me falam... que eu amo e que me amam. Amigos que permitem que a saudade faça o coração palpitar. Mas que fazem o coração palpitar mais ainda com boas conversas, sorrisos, desabafos... e por aí vai.
Ontem minhas amigas e eu fizemos um happy hour feminino. Foram horas tão agradáveis, que queremos repetir a dose e torná-lo rotina semanal. Na conversa, de tudo um pouco, principalmente no que diz respeito ao famoso "Ôôô lá em casa" (ainda mais depois desse ter se tornado o título do blog de uma de nós).
Acho estranho que muitas pessoas não prezem tanto por amizades, a ponto de terem apenas "amigos de baladas", ou "amigos de faculdade", que nada mais são do que conhecidos, ou talvez colegas. Conversando com uma amiga esses dias, ela me confidenciou que sentia falta de boas amizades depois que começou a namorar. "É sempre só nós dois", ela me disse.
Namoros nos fazem felizes, fazem com que tenhamos o melhor amigo. Mesmo assim, o amor é diferente. É tão bonito, especial e importante quanto o de uma amizade, mas não as substitui.
É como aquela velha musiquinha: "É bom amigos a gente ter, é bom amigos a gente fazer, é bom amigos reter, é bom amigos rever, é bom amigos sempre ter". Falando em musiquinha, pro dia de ontem, resgatei um CD aqui da estante, no qual é cantado: "Amigas, amigas, companheiras da minha vida. Amigas com vocês eu inventei... um mundo de carinho dividi com vocês, amigas as melhores que sonhei".
Boas amizades deveria ser um desejo constante. De todos para todos!
Graças a Deus tenho amigos assim. Que me ouvem, me falam... que eu amo e que me amam. Amigos que permitem que a saudade faça o coração palpitar. Mas que fazem o coração palpitar mais ainda com boas conversas, sorrisos, desabafos... e por aí vai.
Ontem minhas amigas e eu fizemos um happy hour feminino. Foram horas tão agradáveis, que queremos repetir a dose e torná-lo rotina semanal. Na conversa, de tudo um pouco, principalmente no que diz respeito ao famoso "Ôôô lá em casa" (ainda mais depois desse ter se tornado o título do blog de uma de nós).
Acho estranho que muitas pessoas não prezem tanto por amizades, a ponto de terem apenas "amigos de baladas", ou "amigos de faculdade", que nada mais são do que conhecidos, ou talvez colegas. Conversando com uma amiga esses dias, ela me confidenciou que sentia falta de boas amizades depois que começou a namorar. "É sempre só nós dois", ela me disse.
Namoros nos fazem felizes, fazem com que tenhamos o melhor amigo. Mesmo assim, o amor é diferente. É tão bonito, especial e importante quanto o de uma amizade, mas não as substitui.
É como aquela velha musiquinha: "É bom amigos a gente ter, é bom amigos a gente fazer, é bom amigos reter, é bom amigos rever, é bom amigos sempre ter". Falando em musiquinha, pro dia de ontem, resgatei um CD aqui da estante, no qual é cantado: "Amigas, amigas, companheiras da minha vida. Amigas com vocês eu inventei... um mundo de carinho dividi com vocês, amigas as melhores que sonhei".
Boas amizades deveria ser um desejo constante. De todos para todos!
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